Varíola do Macaco AVANÇA !

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Sexo entre homens é o maior fator de contágio da Varíola do Macaco

Pernambuco notifica dois novos casos suspeitos de Varíola dos Macacos

Os novos casos suspeitos são de pacientes do sexo masculino; agora, o Estado totaliza 11 notificações.

Secretaria Estadual de Saúde (SES | PE) comunicou, na tarde deste domingo (24), que recebeu duas novas notificações de Varíola dos Macacos (Monkeypox) em Pernambuco. Os novos casos suspeitos, são de pacientes do sexo masculino, residentes em Paulista e em Recife. Um dos casos tem histórico de viagem para local com circulação do vírus e está internado em uma unidade de saúde particular, enquanto o outro tem relato de contato com um caso suspeito e cumpre isolamento domiciliar. 

Com isso, o Estado de Pernambuco passa a totalizar onze notificações, sendo três casos confirmados da doença e outros oito ainda em investigação. Os três casos confirmados até o momento possuem histórico de viagem para fora do Estado, em locais que já confirmaram transmissão autóctone da doença. O Estado de Pernambuco ainda não registra, até o momento, transmissão local da Monkeypox. Os casos confirmados são de residentes de São Paulo (caso importado), Recife e Jaboatão dos Guararapes.

Segundo a SES | PE, sobre os dois novos casos suspeitos, uma investigação epidemiológica foi iniciada, com coleta de exames para realização do diagnóstico laboratorial. As amostras coletadas serão encaminhadas para o Laboratório de Enterovírus da Fiocruz | RJ, referência para o diagnóstico da Monkeypox, e para o Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (LACEN | PE), que realizará investigação para outras doenças.

Via Folha PE

Varíola do macaco: entenda como ocorre a transmissão e saiba o que fazer para se prevenir

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Fases evolutivas de uma lesão de varíola do macaco

Em menos de dois meses, Brasil se tornou o sétimo país do mundo em número de casos confirmados da doença infectocontagiosa

À medida que aumentam os casos de varíola do macaco — monkeypox, em inglês — no Brasil, cresce também a preocupação das pessoas sobre como se proteger da doença. As comparações com a Covid-19 são inevitáveis, embora especialistas ressaltem que este vírus não se comporta da mesma forma que o coronavírus. 

A varíola do macaco é uma doença causada pelo vírus monkeypox que, embora circule entre animais, também pode ser transmitido entre humanos.

A forma de transmissão clássica, observada antes do surto atual em países da África onde a doença é endêmica, sempre envolveu contato próximo, de pele ou com grandes gotículas de secreção respiratória.

Fora da África, sempre ficou restrita a poucos casos entre pessoas que viviam na mesma casa. Este já é o maior surto da doença na história — os primeiros casos foram detectados no começo de maio, no Reino Unido e na Espanha.

Atualmente, o padrão de transmissão está associado com atividade sexual (95% dos casos), conforme mostrou um estudo publicado na semana passada no The New England Journal of Medicine conduzido em 16 países.

Os pesquisadores mostraram que, no momento, os casos da doença se concentram em homens que fazem sexo com homens, mas qualquer pessoa está sujeita a pegá-la.

Isso se deve à “baixa imunidade global aos orthopoxvirus [família do monkeypox] e ao aumento de indivíduos suscetíveis”, afirmou em entrevista coletiva, na quarta-feira (27), a líder técnica de varíola do macaco da OMS (Organização Mundial da Saúde), Rosamund Lewis.

A agência sanitária confirmou pela primeira vez que a doença pode ser classificada como sexualmente transmissível

Transmissão

O CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos resume as principais formas de transmissão do vírus.

• Contato direto com as lesões de pele de uma pessoa infectada ou com fluidos corporais.

• Secreções respiratórias durante contato prolongado, face a face, ou durante contato íntimo, como beijo, carinho ou sexo.

• Tocar em itens (como roupas ou lençóis) que foram usados por alguém com a doença.

Como se proteger

Sendo o contato sexual a principal forma de infecção pelo vírus monkeypox neste momento, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, reforçou a importância da proteção individual.

“A melhor forma de fazer isso [frear a taxa de transmissão] é reduzir o risco de exposição. Isso significa fazer escolhas seguras para você e para os outros.”

O chefe da OMS deu três recomendações comportamentais:

• Reduzir o número de parceiros sexuais.

• Reconsiderar ter novos parceiros sexuais neste momento.

• Trocar contatos com parceiros sexuais — em caso de detecção da doença, isso facilita o rastreamento.

“É uma doença que se transmite por contato próximo, existem outros modos de transmissão, não só o contato sexual, existe o contato pele a pele e de mucosas. É importante que qualquer pessoa que tenha varíola do macaco se isole para proteger as pessoas com quem convive”, acrescentou Rosamund.

Como forma de evitar a doença, o CDC dá as seguintes orientações:

• Não ter contato de pele com pessoas que tenham erupções cutâneas que se pareçam com as de varíola do macaco (algumas podem se parecer com espinhas).

• Não beijar, abraçar nem ter relações sexuais com pessoas que estejam com a doença, mesmo que seja suspeita.

• Não compartilhar objetos, como talheres e roupas de cama, com pessoas que estejam com varíola do macaco.

Adicionalmente, especialistas ouvidos pela emissora de TV NBC Chicago recomendam, por exemplo, evitar o compartilhamento de copos de bebidas, cigarros e vapers em festas.

Indivíduos com diagnóstico confirmado ou suspeita devem ficar isolados pelo período em que houver lesões na pele — entre duas e quatro semanas.

Se for necessário sair, é importante usar roupas que cubram as erupções cutâneas. As que estiverem expostas, no rosto ou nas mãos, por exemplo, podem ser cobertas com curativos, como aqueles usados após exames de sangue.

Alguns locais, incluindo cidades nos Estados Unidos, já estão vacinando determinados grupos da população com a única vacina aprovada contra o vírus monkeypox, produzida pelo laboratório dinamarquês Nordic Bavarian.

O Brasil até o momento não tem encomendas do imunizante.

Sintomas

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Além das tradicionais lesões cutâneas, alguns dias antes, as pessoas infectadas podem apresentar sintomas genéricos de alguma infecção. São eles:

• Febre
• Calafrio
• Cansaço
• Inchaço e dor nos gânglios linfáticos atrás da orelha, no pescoço, embaixo do braço ou na virilha
• Dores nas costas e de cabeça

Ocorre que nem todas as pessoas que têm as erupções na pele têm esse período de sintomas prévio e podem confundir as lesões, deixando a doença passar despercebida.

Por isso, é importante estar atento ao período de incubação e a uma eventual exposição, principalmente por contato sexual.

As manifestações genéricas costumam surgir entre cinco e 21 dias após o contato com o vírus.

Teste

O teste para detecção do vírus requer que haja presença de pelo menos uma lesão de pele ou mucosa.

O exame consiste na coleta de material da própria lesão. O processo laboratorial é de PCR em tempo real, a mesma tecnologia usada no exame de Covid-19.

Na cidade de São Paulo, local que concentra o maior número de casos do país, a prefeitura anunciou no fim de semana que Unidades Básicas de Saúde e prontos-socorros poderão realizar os testes.

Até então, os casos estavam todos concentrados no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, e os exames de todo o estado eram realizados somente no Instituto Adolfo Lutz.

Ainda não há cobertura dos testes de vírus monkeypox pelos planos de saúde.

O que ainda intriga a ciência sobre a varíola do macaco

Desde o dia 6 de maio, o mundo tem lidado com um surto global de varíola do macaco, que começou na Europa e hoje já infectou pessoas em mais de 30 países. Teoricamente, essa doença não deveria causar tanta preocupação nos pesquisadores, uma vez que ela é altamente conhecida. Surgiu nos macacos em 1958, e o primeiro caso em humanos foi em 1970. Além disso, a transmissão sempre foi considerada difícil pelos especialistas. Mas o crescimento exponencial de infectados e o aparecimento em lugares teoricamente sem conexão mudou essa história, e alguns pontos intrigam a comunidade científica.

Não seria esse contágio em escala global da Varíola do Macado, um dos efeitos adversos da vacina Covid-19, que tem provocado inúmeras anomalias nas pessoas que tomaram a famigerada vacina, em todo o mundo ???

Via R7



Nesta 1ª FASE DE IMPLANTAÇÃO, estaremos inaugurando nosso Projeto de Negócios a partir de nosso Estado. Nossa pretensão para a 2ª FASE é atuar em todo o NORDESTE e, na 3ª, nos demais Estados da Federação, por REGIÃO, a partir do SUDESTE, depois, o SUL e, em seguida, o CENTRO-OESTE e o NORTE.

Que Deus nos abençoe a TODOS !

Publicado por Aldo Corrêa de Lima

Advogado; Bacharel em Teologia; Servo do Deus Altíssimo (Cristão Evangélico [Protestante] apaixonado pelas Sagradas Escrituras e pela Seara Divina); Conservador, Líder, Comprometido, Trabalhador, Honesto, Ético e Sonhador; Casado com Willyana Corrêa de Brito (esposa fiel; Fotógrafa; Agente Comunitária de Saúde; Crente e sedenta por servir a Deus; Sonhadora, Meiga, Amiga, Batalhadora).

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