Bolsonaro x Globo Manipuladora

Bolsonaro x Globo Lixo

“Jornalismo” INQUISITORIAL e DESRESPEITOSO da Globo, FRACASSA

O presidente conseguiu desmentir todas as fake news sobre o seu governo e sobre o Brasil diante de uma enorme audiência, apesar dos ataques e agressões já previamente planejadas pela emissora.

Em meio a perguntas desrespeitosas, ataques sem fundamentos, risos e caras de deboche por parte dos pseudo-jornalistas, o presidente da República Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, participou na noite desta segunda-feira (22) no Jornal Nacional da TV Globo, iniciando a série de entrevistas com os principais presidenciáveis.

Bolsonaro chamou a atenção ao aparecer com quatro nomes escritos na mão esquerda: “Nicarágua, Argentina, Colômbia e Dário Messer”. O primeiro como exemplo de perseguição religiosa, o segundo fazendo referência à crise econômica causada por Alberto Fernández e Cristina Kirchner, amigos de Lula Da Silva, o terceiro lembrando do diálogo que o atual governo quer fomentar com o narcotráfico e o último como exemplo de corrupção com o caso dos “doleiro dos doleiros”.

A entrevista durou 40 minutos e foi levada adiante por William Bonner e Renata Vasconcellos. Apesar da falta de profissionalismo e das interrupções constantes, Bolsonaro conseguiu mostrar as verdades sobre o Brasil e seu governo que sempre foram ocultas pela própria emissora, e respondeu de forma sabia as perguntas maliciosas sobre a confiança do sistema eleitoral, a situação da economia, o desmatamento na Amazônia, a relação com o Centrão, a forma como seu governo enfrentou a pandemia da Covid-19.

Segurança das urnas eletrônicas e ministros do STF

A entrevista iniciou com ataques e acusações de Bonner ao afirmar que o presidente havia “xingado ministros do STF e ameaçado a realização das eleições”.

Você fez fake news (…) Quem vem sendo perseguido o tempo todo por um ministro do Supremo sou eu… Um inquérito completamente ilegal e com medidas contestadas”, disse o chefe de Estado, referindo-se a Alexandre de Moraes e ao inquérito 4781, conhecido como “inquérito das fake news“.

Bolsonaro esclareceu que seu questionamento ao sistema eleitoral buscou sempre a transparência nas eleições. “Se você pode botar uma tranca a mais na sua casa para evitar que ela seja assaltada, você vai fazer ou não? Então esse é o objetivo do que eu tenho falado sobre o Tribunal Superior Eleitoral”, disse.

O presidente lembrou à audiência que em 2018 houve uma denúncia de fraude no processo eleitoral e que a própria ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber determinou que fosse aberto inquérito pela Polícia Federal para apurar. Nessa apuração, o TSE informou à PF que hackers ficaram por 8 meses dentro do sistema do tribunal, e que após pedido dos logs (registros) pela Polícia Federal o TSE demorou 7 meses para informar que os logs haviam sido apagados.

De acordo o líder de direita, Alexandre de Moraes e o ministro da Defesa se reunirão e assegurou que “pode ter certeza que teremos eleições limpas e transparentes no corrente ano“.

Manifestações de apoiadores

Em referência às manifestações da direita consideradas por Bonner e Vasconcellos como “inconstitucionais”, Bolsonaro afirmou que as manifestações favoráveis ao seu governo são pacíficas “sem qualquer ruído”. Sobre o pedido de alguns setores da população pelo artigo 142, o chefe de Estado disse que apesar de não levar a sério pedidos de manifestantes por fechamento do Congresso Nacional, lembrou que “é liberdade de expressão deles”. “Para mim isso faz parte da democracia. Não posso é eu ameaçar fechar o Congresso ou o STF”, concluiu.

Resultado das urnas

Após o insistente pedido de Bonner para que Bolsonaro assumisse um “compromisso eloquente de que vai respeitar o resultado das urnas seja ele qual for”, Bolsonaro respondeu:

Seja qual for o resultado, eleições limpas devem e têm que ser respeitadas. Limpas e transparentes têm que ser respeitadas”.

Pandemia

Após questionamento de Renata Vasconcellos quanto a supostas falhas durante a gestão da pandemia pelo governo federal, Bolsonaro disse que o governo comprou vacinas e que todos os que desejaram puderam se vacinar. “Olha, nós compramos mais de 500 milhões de doses da vacina. Só não se vacinou quem não quis. Eu acho que vocês dois se vacinaram. Compradas por mim e em tempo bem mais rápido do que em outros países já que não tinha ainda no mercado“, respondeu.

Afirmou também que em contratos, a exemplo do da Pfizer, não havia garantia da entrega das vacinas. “A primeira vacina do mundo foi dada em dezembro de 2020, em janeiro nós já estávamos vacinando no Brasil”.

Sobre o tratamento precoce indicado por alguns médicos, disse que houve trabalho da grande mídia para desestimulá-lo.

Por outro lado, em relação ao contrato com a Pfizer, o presidente argumentou que nele não constava que a empresa não se responsabilizava por efeitos colaterais.

Bolsonaro declarou que “o lockdown foi um erro“, como muitos países hoje afirmam. “O lockdown serviu sim para atrapalhar a nossa economia e contaminar mais pessoas ainda em casa“, destacou.

Sobre a suposta prolongada falta de cilindros de oxigênio em Manaus, o líder de direita atestou que “em menos de 48 chegavam cilindros em Manaus“ e lembrou dos recursos bilionários entregues a governadores para tratar dos pacientes de covid-19.

A pseudo-jornalista ainda perguntou se o presidente não via como falta de compaixão o fato de ter “imitado um paciente com falta de ar” durante a transmissão de uma de suas lives, no entanto, no vídeo em questão, o presidente está denunciando o chamado “protocolo Mandetta”, que orientava os pacientes a procurarem um hospital apenas quando estivessem com falta de ar.

“Na ocasião em que Renata diz que simulei falta de ar por deboche, eu estava DENUNCIANDO o ‘Protocolo Mandetta’, que só recomendava ir ao hospital após sentir falta de ar. Foi justamente o contrário: EU DEFENDI ESSAS PESSOAS. Quem mandou ficar em casa é que desprezou suas vidas!”, escreveu Bolsonaro, no Twitter após entrevista.

A situação da economia

O chefe de Estado ressaltou o grande papel do Brasil no cenário económico apesar da pandemia, da seca e do conflito entre Ucrânia e Rússia. “Se você pegar os dados de hoje, você vê o Brasil talvez como o único país no mundo com deflação. Um país que vai ter uma inflação menor do que Inglaterra e Estados Unidades. Você vê também que a taxa de desemprego tem caído no Brasil. Os números do Brasil são fantásticos levando em conta o resto do mundo”.

Em seguida, falou do papel das reformas estruturais na área econômica. “A grande vacina a favor da economia em 2019 foram as reformas, como por exemplo a da previdência, a lei da liberdade econômica, a modernização das normas regulamentadores”, disse.

Meio ambiente

Bolsonaro lembrou que tentou fazer a regulação fundiária para saber o CPF das propriedades com qualquer local desmatado ou com focos de calor. Porém, o presidente da Câmara não colaborou para que isso fosse adiante.

A respeito da Amazônia, questionou “o porquê não se fala da França que há mais de 30 dias está pegando fogo, assim também como Espanha e Portugal. Califórnia pega fogo todo ano“.

Ao mesmo tempo desmentiu a imagem criada pela mídia nacional e internacional sobre o Brasil de ser um “destruidor de florestas” e falou dos combustíveis fósseis usados pela Alemanha e por outros países que enfatizavam o uso de “energia limpa”. Também destacou que países estão atrás do Brasil para a importação de hidrogênio verde”.

Relação com Centrão

Sobre a aproximação do governo de Bolsonaro com o chamado “Centrão” no Congresso Nacional questionada por Bonner, o presidente disse que não poderia deixar de lado esse bloco, porque se tratam de 300 parlamentares de partidos de centro, e que sem eles não poderia governar.

“Você está me estimulando a ser ditador porque o centrão soma mais de 300 parlamentares, se eu deixá-los de lado, vou governar com quem?”, disse o presidente.

“São 513 deputados e 300 são de partidos de centro, pejorativamente chamados de Centrão. O lado de lá, os 200 que sobram, o pessoal do PT, PCdoB, Psol, Rede, não dá para você conversar com eles. Os partidos de centro fazem parte da base do governo para que possamos avançar em reformas”, concluiu.

Ministério da Educação

A respeito das mudanças de ministros no comando do Ministério da Educação (MEC), o presidente disse que “muitas vezes depois que a pessoa chega, a gente vê que ela não leva jeito para aquilo”. ”As pessoas se revelam quando chegam, o ideal era não ter rotatividade mas acontece”.

Sobre o suposto “escândalo do MEC”, Bolsonaro questionou onde estava o duto do dinheiro. Em seguida, os pseudo-jornalistas preferiram passar para outra pergunta.

Interferência na Polícia Federal

O chefe de Estado lembrou que quem o acusou de interferência na PF foi o traidor e ex-ministro Sergio Moro, e que a prova estaria na reunião entre ministros, que acabou sendo divulgada por ordem do STF. “Entreguei a fita. Não acharam nada. Eu, quando entrego o ministério para alguém, eu dou para aquela pessoa agir. A PF, com a saída do Sergio Moro, melhorou muito”, disse. Bolsonaro afirmou que ninguém consegue comandar a Polícia Federal e que não houve interferência.

Declarações finais

“Peguei o Brasil numa situação crítica na questão ética, moral e econômica. Começamos a trabalhar, fizemos muitas reformas em 2019. Infelizmente tivemos a Covid, depois tivemos a guerra lá fora, tivemos uma seca enorme. E nós fizemos todo o possível para que a população brasileira sofresse o menos possível. Hoje você nota, o preço da gasolina caiu assustadoramente. Nada de canetada, foi um trabalho nosso junto ao parlamento brasileiro.

Conseguimos R$ 600 de Auxílio Brasil para 20 milhões de pessoas, as mais pobres, conseguimos a transposição do Rio São Francisco que estava parado desde 2012, levando água para o Nordeste. Nós pacificamos o MST titulando terras pelo Brasil e 90% dessas titulações foram para as mulheres. Criamos o PIX tirando dinheiro de banqueiros fazendo com que a população pudesse se transformar muitos em pequenos empresários. Um PIX sem qualquer taxação em cima. Anistiamos 99% da dívida de um milhão de jovens junto ao Fies”, disse o presidente, encerrando a fala devido ao término do tempo disponível para as declarações finais.

Além de Bolsonaro, outros três candidatos à presidência da República serão entrevistados no Jornal Nacional nesta semana – Ciro Gomes (PDT) estará no telejornal nesta terça-feira (23), Lula (PT) na quinta-feira (25) e Simone Tebet (MDB) na sexta-feira (26).

Via Jornal Direita




Nesta 1ª FASE DE IMPLANTAÇÃO, estaremos inaugurando nosso Projeto de Negócios a partir de nosso Estado. Nossa pretensão para a 2ª FASE é atuar em todo o NORDESTE e, na 3ª, nos demais Estados da Federação, por REGIÃO, a partir do SUDESTE, depois, o SUL e, em seguida, o CENTRO-OESTE e o NORTE.

Que Deus nos abençoe a TODOS !

SURGEAKI.C0M | E-Empreendedorismo

Publicado por Aldo Corrêa de Lima

Advogado; Bacharel em Teologia; Servo do Deus Altíssimo (Cristão Evangélico [Protestante] apaixonado pelas Sagradas Escrituras e pela Seara Divina); Conservador, Líder, Comprometido, Trabalhador, Honesto, Ético e Sonhador; Casado com Willyana Corrêa de Brito (esposa fiel; Fotógrafa; Agente Comunitária de Saúde; Crente e sedenta por servir a Deus; Sonhadora, Meiga, Amiga, Batalhadora).

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