Eleições 2022 e ABORTO

LULA e o ABORTO
STF e ABORTO

A ESQUERDA e os ASSASSINATOS “LEGALIZADOS”

Próximo presidente indicará dois Ministros | STF

Para um brasileiro comprometido com a defesa da vida da concepção até a morte natural, e que leva esta preocupação consigo para a urna, importa tanto o voto para o Executivo quanto para o Legislativo. Já há um bom tempo os eleitores pró-vida entenderam que também é preciso eleger bons legisladores, pois é do Congresso Nacional e, em menor parte, das Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais que partem leis que incentivam o respeito à vida nascente ou que, no caso federal, podem tornar a lei penal mais leniente com a prática do aborto. Neste sentido, o Congresso que emergiu das eleições de 2 de outubro oferece razões de otimismo, seja pela configuração partidária, seja pela vitória de nomes bastante combativos tanto na Câmara quanto no Senado.

Mas isso não significa que o voto para o Executivo será de menor importância, por vários fatores. Em primeiro lugar, a depender do resultado do segundo turno da eleição presidencial, haverá mudanças. Partidos em que ideologias e plataformas morais importam menos, e que hoje estão na base aliada de Jair Bolsonaro, poderão muito bem migrar para o apoio a Lula em caso de vitória do petista, sem falar nas mudanças individuais de parlamentares em direção ao governismo na primeira janela partidária que se abrir. O petismo jamais governou sem maioria razoável no parlamento – ainda que essa maioria tenha sido adquirida pelos meios que o Brasil inteiro passou a conhecer quando estouraram os escândalos do mensalão e do petrolão.

Se para o brasileiro defensor da vida o voto para o Legislativo sempre foi relevante, não exageramos ao afirmar que o voto para o Executivo é mais importante hoje do que já foi no passado

No entanto, o Congresso sempre foi um freio importante às pretensões petistas de legalização total ou parcial do aborto. Projetos nesse sentido existem desde logo depois da promulgação da Constituição de 1988, e mesmo no primeiro mandato de Lula, em que a base aliada era suficiente até mesmo para aprovação de emendas constitucionais, tais projetos nunca foram adiante. Isso porque até aliados de ocasião do petismo sabiam que um voto pelo aborto seria suicídio político. Essa realidade não mudou, felizmente, e há muitos motivos para imaginar que, mesmo em caso de vitória de Lula, não será o Congresso o responsável por abrir as portas ao abortismo no país.

LULA e o ABORTO

O que mudou, no entanto, foi a compreensão de que o Poder Executivo tem muitos meios à disposição se quiser contornar o Legislativo. O petismo já tinha certa consciência disso ao usar o instrumento das normas técnicas, e o aproveitou bem em 2004 (no primeiro mandato de Lula), ao dispensar a apresentação de boletim de ocorrência para a realização de abortos na rede pública em caso de gravidez decorrente de estupro. A regra foi mantida em 2011 (no primeiro mandato de Dilma Rousseff), e toda a gritaria causada pela mais recente normativa do Ministério da Saúde, que obriga a notificação da autoridade policial, em linha com leis aprovadas nos últimos anos, demonstra que um governo abortista pode aproveitar-se de algumas brechas para ampliar o acesso ao aborto sem necessidade do Congresso.

Mas a maior diferença entre passado e presente está na possibilidade de uma “tabela” entre Executivo e Judiciário. Quando Dilma Rousseff foi cassada, em 2016, encerrando o período petista no Planalto, o Supremo Tribunal Federal já havia aprovado o aborto de anencéfalos, mas ainda estava por descobrir seus poderes praticamente ilimitados e incontestados, como o de criar crimes sem lei que os defina, a exemplo do que ocorreu com a equiparação da homofobia ao racismo, em 2019. O abortismo vem cada vez mais recorrendo ao Supremo na intenção de conseguir o que a via legislativa não lhe proporciona: já apresentou um pedido para a liberação do aborto em caso de gestantes portadoras do zika vírus e, mais recentemente, protocolou a ADPF 442, que busca legalizar o aborto em qualquer circunstância no primeiro trimestre de gestação. O próximo presidente da República nomeará pelo menos dois ministros do Supremo – um deles, em substituição a Ricardo Lewandowski, que votou contra a permissão para o aborto de anencéfalos. Com duas escolhas similares à de Luís Roberto Barroso em 2013, por exemplo, o abortismo terá passe livre no STF, a não ser que o Senado adquira uma combatividade inédita e passe a recusar nomes, o que não ocorre desde o fim do século 19.

Assim, se para o brasileiro defensor da vida o voto para o Legislativo sempre foi relevante, pela consciência de que o Congresso pode promover ou barrar o aborto, não exageramos ao afirmar que o voto para o Executivo é mais importante hoje do que já foi no passado. Buscar informação sobre o que os candidatos pensam, o que já fizeram quando estiveram no poder (seja diretamente, seja por meio de seus subordinados) e o que já disseram sobre o tema (especialmente fora do período eleitoral) é a chave para uma escolha que fará uma enorme diferença nos próximos quatro anos.

Via Gazeta do Povo

ABORTO é CRIME

Aborto é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, resultando na sua morte.

Um aborto pode ser espontâneo, ocorrendo acidental ou naturalmente. Induzido, como o terapêutico que é realizado quando a saúde da gestante corre perigo ou quando o feto apresenta problemas congênitos fatais ou enfermidades graves, ou ainda para reduzir seletivamente o número de fetos no caso de gravidez múltipla; ou o aborto eletivo, provocado por qualquer outro motivo.

Os procedimentos mais utilizados para induzir um aborto de até nove semanas são químicos, por uso de medicamentos como RU-486 e metotrexato. Já gestações com mais tempo recorrem a métodos como: aspiração-sucção, dilatação & curetagem, dilatação & evacuação, prostaglandina, envenenamento salino, injeção intra-cardíaca e dilatação & extração. Há também uma grande variedade de procedimentos abortivos feitos pelas próprias mulheres e por pessoal não capacitado, que resulta em complicações e danos à saúde.

Argumentações contra o aborto incluem a banalização da prática se legalizada, a banalização da vida consequentemente, os problemas e complicações que o aquele pode causar; desde os mais leves como diarréias, náuseas e vômitos, até infecções, hemorragias e óbito, e problemas psicológicos, como a síndrome pós-abortiva. Alguns estudos relacionam o CÂNCER DE MAMA ao aborto, bem como provam que o feto sente dor mesmo no ventre materno.

No Brasil, o aborto é considerado crime contra a vida, mas de acordo com a legislação é permitido em casos de gravidez por estupro, ou que colocam a vida da mãe em risco. De acordo com o artigo “Estimativas de aborto induzido no Brasil e Grandes Regiões (1992-2005)”, escrito por Mario Francisco Giani Monteiro e Leila Adesse, em 2005, foram registrados 1.054.242 abortos induzidos, e 20% das mulheres tiveram que ser hospitalizadas em conseqüência de complicações.

O que realmente é eficiente no combate à GRAVIDEZ INDESEJADA (bem como das doenças sexualmente transmissíveis) ?

  • Amplo acesso à educação sexual
  • Programas de Planejamento Familiar
  • Acesso aos métodos anticoncepcionais
  • Conscientização de homens e mulheres
  • Temor a Deus, acima de tudo

Logo, conclui-se que a legalização do aborto no Brasil NÃO SOLUCIONA O PROBLEMA da Gravidez Prematura !

ABORTO NÃO

Há mais de 10 anos o Projeto BRASIL SEM ABORTO vem LUTANDO pelas VIDAS QUE NÃO PODEM SE DEFENDER.

Em evento comemorativo, dois palestrantes apresentaram as experiências em defesa da vida nos dois países onde o aborto é legalizado (Uruguai e Estados Unidos):

“Para muitas pessoas, o coma é uma experiência de quase morte que muda suas vidas. Para mim, foi saber que minha mãe tentou me abortar”, comentou Rebecca Kiessling, que foi concebida em estupro. Ela contou que sua mãe biológica teria abortado se o aborto fosse legalizado em Michigan. “Não merecia ter morrido por causa do crime que o pai biológico cometeu. Eu devo minha vida àqueles, que mesmo sem saber da minha existência, reconheceram que era preciso salvar a minha vida”, afirmou. 

Rebecca é conferencista internacional pró-vida desde 1995 e co-fundadora do grupo “Hope After Rape Conception”, que tem o objetivo de apoiar e proteger mães e filhos sobreviventes de estupro. Sua história de vida foi contada no filme “The Gift of Life”.

Pelo Uruguai, Eduardo do Santos apresentou uma perspectiva comparada do aborto no país, antes e depois da legalização, destacando o aumento do número de abortos após a legalização da prática. Segundo ele, 22% dos abortos no Uruguai são de mulheres com 15 a 20 anos. Eduardo dos Santos ainda citou que 30 % dos médicos do país assinaram documento recusando-se a fazer aborto.

Ele participou ativamente do debate sobre a legalização do aborto no Uruguai, atuando em campanhas pró-vida e em programas de TV.

Proteção à vítima de estupro – Durante o Seminário, o deputado Flavinho, que participou do evento, informou que o Projeto de Lei 5789/2016, que garante proteção à mulher gestante vítima de estupro, já havia sido protocolado naquela tarde. A proposta busca incluir no rol das causas de extinção do poder familiar, a proibição de que o estuprador jamais possa vir a exercer o poder familiar sobre a criança gerada.

Em seu depoimento, Rebecca Kiesslling falou sobre a importância da proposta. Ela comentou que um projeto semelhante foi assinadopelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Para Rebecca, essa lei traz tranquilidade para a mãe ter seu filho.

Desafios da luta pró-vida

A trajetória do Movimento Brasil Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto e os desafios da luta pró-vida são apenas alguns dos relevantes temas debatidos com a sociedade civil.

Jaime Ferreira Lopes e Allan Araújo apresentaram aos participantes a trajetória de luta em defesa da vida do Movimento Brasil sem Aborto, fundado oficialmente no dia 12 de julho de 2006. Eles destacaram que o Movimento surgiu da necessidade de mobilização permanente da sociedade brasileira na luta contra a legalização do aborto no Brasil.

Lenise Garcia, presidente do Movimento Brasil sem Aborto, falou sobre os desafios da luta pró-vida no Legislativo, no Judiciário, no Executivo e em toda a sociedade. Como exemplo, destacou a questão da microcefalia. Para ela, é preciso respostas concretas da sociedade para ajudar as crianças e as famílias que enfrentam esse desafio e convidou a todos a se engajaram nessa luta.

NÃO ABORTE

Em junho | 2022Klara Castanho teve sua vida exposta após notícias sobre uma gravidez virem à tona.[…] A história acabou tomando proporções gigantescas nas redes sociais e, no sábado (25), Klara fez uma carta aberta contando todo o processo […]  a atriz explicou que a gestação foi decorrência de um estupro  e que a notícia foi vazada por uma enfermeira do hospital onde deu à luz. (purepeople.com.br 27/6/22)

A atriz, de 21 anos, viu seu nome envolvido em um verdadeiro escândalo nas redes sociais – o que está gerando o maior embate de opiniões e críticas como a acusação de frieza por optar pela entrega à adoção. Ou, talvez, por ter mantido a gestação a partir de um fanatismo religioso…

Duas questões imediatamente se evidenciam:

  • Teria sido melhor provocar o aborto precoce, não passível de punição conforme o Código Penal?
  • Uma vez que chegou praticamente ao final da gestação, por que entregar para a adoção?

As forças que movem a História movem o coração humano, para a construção de uma sociedade para o bem ou para o mal e essas são as motivações que devem ser identificadas, sobretudo em situações de confusão social.

Hoje, impera superficialmente, mas com grande intensidade, o desejo de liberdade e realização pessoal. Porém, mais profundamente, identificamos o desejo de que surja algo bom, algo novo, algo que faça uma luta “valer a pena”, sobretudo entre os jovens. Uma grande falha está em acusar, em lamentar o mal e não realizar uma revisão individual já que toda tragédia e toda injustiça devem levar a uma mudança e compromisso pessoal.

Sempre existe um valor básico de referência e ele se identifica com a verdade. É preciso a simplicidade de reconhecer que existe um incrível Mistério na Vida, em cada um de nós que recebemos a existência sem nenhum esforço pessoal. Cada vida humana, desde seu início, traz uma beleza única e irrepetível que muda o mundo: traz uma maneira própria de pensar, de cantar, de amar que ninguém poderá substituir.

Existe uma exigência interior pela justiça para respeitar toda pessoa humana sem discriminação de cor, idade, posição social. Do que adianta uma ideologia que grita pela justiça social, mas não protege cada pessoa individualmente? Qual sociedade será aquela em que se pode eliminar uma criança por determinação de quem ocupa um cargo que aparentemente lhe confere poder para tal?

Este é o caminho para uma sociedade menos desumana?

“Uma criança nasceu. O mundo tornou a começar”, disse Guimarães Rosa. Na gestação, a nova pessoa está em rápido desenvolvimento. Cada minuto traz uma diferença. Entretanto, o importante é que está lá. É uma PRESENÇA. Esta é a verdade. Para a mulher que foi surpreendida por essa presença real inesperada, pode haver a sensação de ter sido invadida, usada, porém não pode evitar de se experimentar habitada por outro ser que depende totalmente dela.

Esta é a alavanca para uma revolução social de compreensão e acolhimento, a partir da liberdade pessoal capaz de reconhecer o outro humano mais escondido e sem condições para gritar.

Onde está o valor maior na questão exposta? Onde está a realidade maior? Qual o fundamento para as diferentes opiniões?

Há uma concordância inicial: o estupro é crime abominável e o criminoso deve ser penalizado. Entretanto, qual a solução quando acontece uma gestação? A legislação não pune se for realizado um aborto, lembrando que 22 semanas ou 500 g define o limite para aborto.

Assim, nesse caso, é possível provocar o aborto no Brasil. Porém, cabe a pergunta: se cada um deve decidir livremente, por que, ao manter a gestação e, eventualmente, entregar a criança para adoção surgem críticas e julgamentos negativos? Por que não há o apoio, o incentivo, o reconhecimento da coragem?

A mãe que assume a gestação inesperada, protege a nova vida seguindo o impulso do coração e da razão pela intuição, pressentimento ou reconhecimento da verdade de que cada pessoa, desde seu início é mais valiosa do que qualquer obra de arte. O corpo que existe desde o primeiro minuto manifesta a realidade de uma presença humana no seu potencial de se tornar progressivamente reconhecida.

A opinião de terceiros a partir de uma posição parcial, leva sempre a argumentos ideológicos e julgamentos errôneos. Não se percebe a dor pelo acontecimento: seja pela violência sofrida, seja pela criança.

Diante das críticas por ter optado pela entrega da criança para adoção, a atriz assim encerrou sua declaração: “Entregar uma criança em adoção não é um crime, é um ato supremo de cuidado. Eu vou tentar me reconstruir, e conto com a compreensão de vocês para me ajudar a manter a privacidade que o momento exige. Com carinho, Klara Castanho”.

Ela tem razão porque entregar uma criança em adoção não é crime Quem a julgou, afirmou que ela “acreditou que, ao “fingir” que o episódio não aconteceu, ela “talvez esquecesse”.

Karla sabe que nunca irá se esquecer, entretanto não passará pelo sofrimento do personagem descrito por Dostoiévski em seu livro Crime e Castigo: “Eu matei a mim mesmo e não a velhota! Ali, eu massacrei a mim mesmo, de uma vez só e para sempre!…” Ela optou livremente pela proteção de uma criança, durante o tempo em que cabia só a ela essa tarefa.

Seja radicalmente contra o ABORTO !

Via brasilsemaborto.org/


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Nesta 1ª FASE DE IMPLANTAÇÃO, estaremos inaugurando nosso Projeto de Negócios a partir de nosso Estado. Nossa pretensão para a 2ª FASE é atuar em todo o NORDESTE e, na 3ª, nos demais Estados da Federação, por REGIÃO, a partir do SUDESTE, depois, o SUL e, em seguida, o CENTRO-OESTE e o NORTE.

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Publicado por aldoadv

• Advogado • Empreendedor • Patriota | Conservador • Armamentista • Casado • Cristão

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