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Segundo estudo, vários brasileiros mudaram seus hábitos alimentares durante a pandemia e começaram a comprar por delivery, sobretudo alimentos como frutas, hortaliças e feijão
De diferencial, o mercado de delivery se tornou necessidade com a chegada da pandemia em 2020, estimulando 0 consumo e influenciando hábitos da população – Ilustração: via Freepik
A produção e o consumo de alimentos se modificam ao longo do tempo. Se, no passado, a terra era o único fator de produção, hoje, a tecnologia coloca na mesa quantidade e diversidade de alimentos. Na esteira desse avanço, surge o delivery que, com a pandemia e o isolamento social, ganhou protagonismo no abastecimento de alimentos.
De diferencial, o mercado de delivery se tornou necessidade com a chegada da pandemia em 2020, estimulando o consumo e influenciando hábitos da população, seja pelo aumento de pedidos de um mesmo usuário, seja pela adesão de novos às plataformas de entrega de comida. Dados do setor mostram salto de 155% no número de usuários de março a abril do ano passado, quando o estimado para o período era de 30%. O crescimento de pedidos também acompanhou o crescimento de usuários, atingindo expressivos 975% de aumento.
Levantamento da Statista – empresa especializada em dados de mercado e consumidores – mostra o Brasil como destaque no segmento de delivery na América Latina em 2020. O País foi responsável por quase metade dos números do delivery, 48,77%. Em seguida estão México e Argentina, com 27,07% e 11,85%, respectivamente. As previsões para 2021 são de mais crescimento e estimam um movimento de aproximadamente US$ 6,3 trilhões do delivery em todo o mundo até dezembro.
Mudanças de hábitos na pandemia
Vários brasileiros mudaram seus hábitos alimentares durante a pandemia e começaram a comprar por delivery; essa análise é de um dos maiores estudos de alimentação e saúde do País, feito pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), ligado à Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que mostrou aumento generalizado na frequência de pedidos por frutas, hortaliças e feijão (de 40,2% para 44,6%), durante a pandemia de covid-19.
No entanto, o estudo também evidenciou, nas regiões Norte e Nordeste do País, maior consumo de alimentos ultraprocessados e produtos industrializados – com adição de ingredientes como açúcares, sais, adoçantes, corantes, aromatizantes e conservantes – entre as as pessoas com baixa escolaridade em 2020.
Exemplo de usuária que aderiu ao delivery de alimentos por conta da quarentena, a jornalista Ana Letícia Carlucci conta que utiliza esses serviços de uma a duas vezes por semana, principalmente nos finais de semana. Diz que adquiriu o hábito de comprar por delivery no início do isolamento social para proteger seus pais do novo coronavírus. A jornalista considera gastar moderadamente com o delivery e que fica feliz em saber que a comida, as compras ou outros produtos vão até sua casa sem que precise se deslocar.
Tendências de mercado
Delivery – Foto: Victor He – Unsplash
Para a professora do Departamento de Ciências da Saúde e coordenadora do Laboratório de Práticas e Comportamentos Alimentares da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, Rosa Wanda Diez Garcia, o consumo de alimentos é influenciado por fatores como a economia, a acessibilidade e a cultura. Diz que a condição social, a informação e os gostos podem estar atrelados à cultura e à publicidade, que têm um peso destacado nos desejos dos consumidores.
Com relação ao mercado de delivery, a professora destaca dois aspectos que julga importantes serem considerados quanto às tendências de consumo de alimentos para 2021. São eles a insegurança alimentar e o aumento da obesidade. Rosa Wanda alerta para o aumento do delivery de alimentos de baixa qualidade, como os fast-foods.
O futuro da alimentação
O professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP, Edgard Monforte Merlo, acredita que o sistema de delivery é uma tendência não só no Brasil, mas no mundo, e que deve continuar. Segundo ele, esse sistema deve se desenvolver mais com a pandemia, “porque a volta ao ‘normal’ ainda está longe de acontecer”.
Merlo destaca ainda a inovação como a palavra que deve definir o setor de alimentos daqui para frente. Empresários e gestores, afirma o professor, devem ficar atentos para atender com rapidez e até antecipar as novas demandas dos consumidores. Assim, para se manterem competitivas no mercado, as empresas precisam atentar para as tendências do setor de alimentação e aos desafios gerados pelas mudanças.
Beneficiado pelo delivery, o empresário Adriano Loutz diz que seu restaurante triplicou as vendas por delivery com o início da pandemia. O faturamento, segundo o empresário, é menor que o funcionamento normal em loja física, mas que “sem o delivery teria fechado o restaurante”. Mas, mesmo voltando ao atendimento presencial, Loutz acredita que o sistema de delivery deve permanecer em um patamar de destaque, já que muitos clientes passaram a conhecer esse serviço.
De acordo com a empresa, atualmente mais de 175 milhões de pessoas trocam mensagens com uma conta do WhatsApp Business diariamente, e mais de 40 milhões de pessoas acessam um catálogo de negócios todos os meses, sendo mais de 13 milhões só no Brasil.
De acordo com uma pesquisa recente da Accenture, 83% dos brasileiros adultos se dizem mais dispostos a comprar de empresas que utilizam aplicativos de mensagens do que de empresas que não utilizam esse tipo de ferramenta.
“O WhatsApp se propõe a continuar melhorando a experiência de compra de seus usuários – especialmente com a proximidade do final do ano, quando as pessoas precisarão de maneiras práticas para fazer compras remotamente e as empresas também dependem de ferramentas digitais para fechar as vendas”, informou a empresa por meio de nota.
O WhatsApp oferece várias ferramentas para tornar a experiência de compra no aplicativo rápida e fácil para empresas e seus clientes.
Observação: alguns desses recursos podem não estar disponíveis para você no momento.
Encontrar empresas
Os clientes podem se conectar com empresas no WhatsApp de maneiras diferentes:
Perfil comercial: no WhatsApp, as empresas podem usar um perfil comercial para compartilhar informações importantes, como endereço, categoria, descrição, páginas nas redes sociais, endereço de e-mail e site da empresa. Para ver o perfil de uma empresa, abra a conversa e toque no nome da empresa no topo da tela. Além disso, é fácil compartilhar suas empresas preferidas com seus amigos e familiares. No perfil comercial da empresa, toque em Encaminhar e selecione os contatos com quem você deseja compartilhar a empresa.
Códigos QR do WhatsApp para empresas: você pode entrar em contato com uma empresa no WhatsApp facilmente, escaneando o código QR dessa empresa. A câmera do WhatsApp escaneia somente códigos QR oficiais do WhatsApp. Saiba como escanear o código QR de uma empresa no Android ou no iPhone.
Encontrar produtos e serviços
No WhatsApp, as empresas têm a opção de criar um catálogo para exibir seus produtos e serviços e ajudar os clientes a encontrarem o que estão procurando.
Catálogo no WhatsApp: com o catálogo, as empresas podem exibir e compartilhar produtos e serviços com seus clientes em poucos passos. Cada item do catálogo tem um título único e campos opcionais, incluindo preço, descrição, link e código do produto.
Como acessar um catálogo
Com o catálogo, você pode ver facilmente os produtos ou os serviços de uma empresa. Quando uma empresa cria um catálogo, ele é exibido no perfil comercial da empresa.
Visualizar o catálogo de uma empresa
Abra a conversa com a empresa.
Toque no nome da empresa para ver o perfil comercial no WhatsApp.
Toque em VER TUDO ao lado de CATÁLOGO.
Além disso, se a empresa tem um catálogo ativo, você pode tocar no botão comprar ( no Android ou no iPhone) na sua conversa com a empresa para acessar o catálogo.
Você também pode ver o catálogo inteiro ou um item específico de uma empresa e compartilhá-lo com seus amigos e familiares usando uma das opções abaixo:
Enviar link pelo WhatsApp: para compartilhar um item ou o catálogo com outras pessoas no WhatsApp.
Copiar link: para copiar o link.
Compartilhar link: para compartilhar o link de um item ou do catálogo por e-mail ou em outros aplicativos de mensagens.
Lojas do Facebook no WhatsApp: com essa ferramenta, os proprietários de empresas podem criar experiências de compra personalizadas e integradas na família de aplicativos do Facebook. Na loja, as empresas podem exibir os itens que estão à venda e se conectar com clientes em potencial. Empresas que têm uma loja do Facebook e uma conta do WhatsApp Business têm a opção de publicar a loja do Facebook no WhatsApp. Elas também podem configurar o botão Enviar mensagem na página da loja no Facebook para permitir que os clientes enviem mensagens para a empresa no WhatsApp.
Como iniciar uma conversa no WhatsApp pela página de uma Loja do Facebook
Observação: esse recurso pode não estar disponível para você no momento.
Na página da loja do Facebook, toque no botão Enviar mensagem para iniciar uma conversa com a empresa sobre o produto que você está vendo na loja.
Enviar mensagem no WhatsApp pela página da loja do Facebook
Na página do produto na loja, toque em Enviar mensagem. O WhatsApp abrirá uma conversa com a conta do WhatsApp Business da loja.
Para ajudar a iniciar a conversa, o campo de texto será preenchido automaticamente com um modelo de mensagem, que você pode editar como preferir. Sua mensagem também incluirá o link para a página do produto que você está vendo na loja.
Toque em ou .
Para ver a página do produto ou loja no WhatsApp, toque no link incluído na mensagem que você enviou à empresa.
Observação: as etapas acima ajudam você a iniciar conversas somente com as lojas que escolheram o WhatsApp como sua principal forma de contato.
Compras em conversas com empresas: algumas empresas compartilham listas de itens nas conversas, o que possibilita que os clientes encontrem os produtos e serviços que estão procurando com mais facilidade. Saiba mais sobre o comércio conversacional.
Como comprar em conversas com empresas
Algumas empresas escolhem compartilhar listas contendo itens selecionados enquanto conversam com os clientes. Assim, você pode encontrar os itens que está procurando de maneira rápida e fácil.
Comprar durante a conversa com uma empresa
Abra o WhatsApp.
Na aba Conversas, toque na conversa com a empresa.
Escreva uma mensagem informando à empresa o item que você está procurando e toque em ENVIAR.
Se a empresa usa esse recurso, ela poderá compartilhar uma lista contendo até 30 itens selecionados do catálogo que atendam ao seu pedido.
Toque na lista e, em seguida, toque no item para ver os detalhes do produto. Toque em CONVERSAR COM A EMPRESA para enviar uma mensagem sobre um tópico específico.
Quando encontrar um item que deseja comprar, toque em ADICIONAR AO CARRINHO.
Observação: para adicionar o mesmo item mais de uma vez, toque em ADICIONAR AO CARRINHO novamente até atingir a quantidade desejada.
Toque em VER CARRINHO quando seu pedido estiver pronto.
Toque em Digite uma mensagem se quiser enviar um comentário com seu carrinho. Em seguida, toque em ENVIAR.
Após receber o carrinho com seu pedido, a empresa informará as opções de pagamento.
Fazer um pedido
Carrinho: os clientes podem adicionar itens ao carrinho enquanto conferem os produtos e serviços de uma empresa. Depois de adicionar todos os itens que desejam comprar ao carrinho, os clientes podem enviá-lo na conversa com a empresa e consultar as formas de pagamento disponíveis. Saiba como fazer um pedido usando o carrinho no Android ou no iPhone.
74% dos consumidores preferem comprar online, afirma pesquisa
Agilidade, comodidade, melhores preços e condições. É por esses e outros motivos que 82% dos consumidores brasileiros com acesso à internet já se renderam às compras online. E ao que tudo indica, essa já se tornou a melhor opção para grande parte das pessoas. Segundo levantamento realizado pelo NZN Intelligence, 74% dos consumidores preferem a modalidade online em relação às compras realizadas em lojas físicas.
O estudo também aponta que, para os 26% que preferem a ir até o estabelecimento, alguns fatores ainda impedem que a modalidade online seja a eleita. A falta de confiança para informar o número do cartão e dados pessoais é o primeiro motivo citado por essa parcela de entrevistados, o que significa 40% deste grupo. Na sequência, aparecem o medo de não receber o item adquirido (25%), a possível enganação em relação ao pagamento (10%) e, por fim, o fato de nunca ter encontrado preços bons de verdade (7,5%).
Jornada de compra
Para aqueles que procuram um item pela internet, a aquisição nem sempre acontece imediatamente após uma ótima promoção. Para saber se a loja é confiável, 82% dos brasileiros afirmam consultar a reputação do e-commerce em plataformas de reclamação, como Reclame Aqui e Consumidor. Pesquisar em vários sites antes de realizar uma compra também é uma prática adotada por 81% dos respondentes — que preferem investir um tempo em buscas antes de adquirir um item online. Já para 12%, a transação acontece sempre no mesmo e-commerce, considerado de confiança.
Quando o assunto é a melhor condição de compra, os consumidores contam com a ajuda de algumas ferramentas que auxiliam no desafio de encontrar preços baixos e bons produtos. Para a busca, metade dos entrevistados dizem utilizar primeiramente as opções oferecidas no Google. Já 40%, afirmam usar os recursos oferecidos por ferramentas de ofertas, como Buscapé e Zoom, para localizar as condições mais vantajosas. Obter referência com especialistas no assunto é a saída para 22% das pessoas — que procuram a indicação de itens em sites de conteúdo. Essas três opções de procura deixam para trás as “redes sociais”, com 11% das escolhas, e a “consideração de amigos e familiares”, que aparece com apenas 10% das menções.
Frequência e preferência
A frequência de compras online também é um fator importante, principalmente para os e-commerces, que avaliam a retenção de seus clientes quando um novo processo de aquisição é realizado. Segundo os dados analisados, 37% dos consumidores ouvidos afirmam que a compra online é uma realidade mensal. Outros 27% adquirem produtos nessa modalidade pelo menos uma vez a cada três meses, e 15% dizem optar por esse tipo de compra uma vez a cada seis meses. Enquanto isso, para 10% a realidade é outra: quase nunca recorrem a lojas online.
O levantamento ainda apontou as cinco categorias de produtos que os consumidores mais desejam adquirir pela internet. Na liderança, aparece a categoria eletrônicos (computadores, smartphones e tablets), seguida por hardware e games (placa de vídeo, processador, console e jogos). Na sequência, surgem roupas e acessórios, viagens (passagem aérea, reserva de hotel etc) e eletrodomésticos e utensílios domésticos.